Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo À la une

Entrevista com Leonardo Tonus - "As editoras terão que se reinventar ou desaparecerão."

As editoras terão que se reinventar ou desaparecerão', diz Leonardo Tonus, escritor e professor da Sorbonne Bruno Calixto O Globo  20/06/2020   00:01 BRT RIO — A Organização Mundial de Saúde anunciou que não sabe dizer quando o vírus irá desaparecer. No dia que começou a quarentena na França, 13 de março, tudo já estaria resolvido, segundo imaginou o professor de literatura brasileira na Sorbonne, o escritor Leonardo Tonus. — Estávamos a uma semana antes das férias da universidade e, com o passar dos dias fui dando conta que os próprios estudantes ficariam isolados por bastante tempo. Então tive a ideia do projeto "Sacadas literárias", que é compartilhar poesias da janela, estas janela metafóricas, estendendo a brasileiros. A ideia é toda semana fazer uma live pelo Instagram e Facebook com suporte para que eles continuem estudando tendo em vista as provas do Enem. Literatura em casa para estudantes, sobretudo os do ensino público. Vamos seguir até o fim do ano — conta. Ne...

O fôlego novo de "Brás Cubas" no meio literário internacional

Fonte: Revista Época Por: Jerônimo Teixeira 26/06/2020 - 0300 Foto: Intervenção em foto  de Marc Ferrez (Machado de Assis e bandeira EUA) Um dos mais importantes editores do Brasil no século XIX, o francês Baptiste-Louis Garnier negou ao maior nome de seu catálogo a oportunidade de ser lido na Alemanha. Em 1889, uma editora alemã manifestou interesse em publicar as obras de Machado de Assis, para alegria do escritor, que já havia alguns anos vinha estudando a língua de Goethe e Heine. Machado escreveu a Garnier — em francês — para solicitar a liberação de seus livros para a edição alemã. Assegurou que nem sequer esperava compensação financeira: “Já considero uma vantagem ser conhecido em um língua estrangeira que tem seu mercado tão diferente e tão afastado do nosso”. Em sua resposta, Garnier buscou dissuadir o autor com razões pretensamente literárias, repisando o lugar-comum segundo o qual traduzir e trair são sinônimos: “Não ignorais, senhor, que um escritor, por mais bem t...

Anne Pauly - Prix du Livre Inter 2020

Le prix du livre Inter pour la romancière Anne Pauly   « Avant que j’oublie » (Verdier) est un récit tragi-comique racontant la maladie et la mort du père de l’autrice. Le Monde avec AFP  Publié le 08 juin 2020 à 08h48 - Mis à jour le 08 juin 2020 à 10h59   Le convoité prix du livre Inter a été attribué lundi 8 juin à la primo-romancière Anne Pauly pour Avant que j’oublie (Verdier), récit tragi-comique plein de tendresse et d’empathie racontant la maladie et la mort de son père. Choisi, avec 17 voix, par le jury présidé cette année par Philippe Lançon, le roman d’Anne Pauly a figuré dans les sélections du Goncourt, du Femina et du Médicis. Il a été finaliste du Goncourt du premier roman et fait partie des dix conseils de lecture pour l’été établis par l’académie Goncourt. Le père de la narratrice (double parfait d’Anne Pauly) était un punk avant l’heure, un « gros déglingo », « roi misanthrope », unijambiste n’ayant pas sa langue dans la poche, nous raco...